terça-feira, 18 de março de 2014

O que é uma boa higiene bucal?

Hálito puro e sorriso saudável são o resultado de uma boa higiene bucal. Isso significa que, com uma higiene bucal adequada:
  • Seus dentes ficam limpos e livres de resíduos alimentares;
  • A gengiva não sangra nem dói durante a escovação e o uso do fio dental;
  • O mau hálito deixa de ser um problema permanente.
Consulte o seu dentista caso sua gengiva doa ou sangre quando você escova os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver passando por um problema de mau hálito. Essas manifestações podem ser a indicação da existência de um problema mais grave.
Seu dentista pode ensiná-lo a usar técnicas corretas de higiene bucal e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovação e o uso do fio dental.
Como garantir uma boa higiene bucal?
Uma boa higiene bucal é uma das medidas mais importantes que você pode adotar para manter seus dentes e gengiva em ordem. Dentes saudáveis não só contribuem para que você tenha uma boa aparência, mas são também importantes para que você possa falar bem e mastigar corretamente os alimentos. Manter uma boca saudável é importante para o bem-estar geral das pessoas. Os cuidados diários preventivos, tais como uma boa escovação e o uso correto do fio dental, ajudam a evitar que os problemas dentários se tornem mais graves. Devemos ter em mente que a prevenção é a maneira mais econômica, menos dolorida e menos preocupante de se cuidar da saúde bucal e que ao se fazer prevenção estamos evitando o tratamento de problemas que se tornariam graves. Existem algumas medidas muito simples que cada um de nós pode tomar para diminuir significativamente o risco do desenvolvimento de cárie, gengivite e outros problemas bucais.
  • Escovar bem os dentes e usar o fio dental diariamente.
  • Ingerir alimentos balanceados e evitar comer entre as principais refeições.
  • Usar produtos de higiene bucal, inclusive creme dental, que contenham flúor.
  • Usar enxagüante bucal com flúor, caso seu dentista recomende.
  • Garantir que crianças abaixo de 12 anos tomem água potável fluoretada ou suplementos de flúor, se habitarem regiões onde não haja flúor na água.
Técnicas corretas de escovação:
O que é uma boa higiene bucalO que é uma boa higiene bucalO que é uma boa higiene bucal
Coloque a escova em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Movimente a escova, afastando-a da gengiva.
Escove delicadamente as partes internas, externas e de mastigação de cada dente com movimentos curtos de trás para frente.
Com cuidado, escove a língua para remover bactérias e purificar o hálito.
Uso correto do fio dental:
Uso correto do fio dentalUso correto do fio dentalUso correto do fio dental
Use aproxima- damente 40 centímetros de fio, deixando um pedaço livre entre os dedos.
Siga, com cuidado, as curvas dos dentes.
Assegure-se de limpar além da linha da gengiva, mas não force demasiado o fio contra a gengiva.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Camomila acalma a pele e alivia a vermelhidão depois da depilação

As plantas têm óleos e substâncias com propriedades medicinais importantes - a aloe vera, por exemplo, é boa para a hidratação; já a lavanda pode ser usada como colônia e é também um bom antisséptico; há ainda um comprimido feito à base de plantas do deserto que funciona como um protetor solar, como mostraram a dermatologista Márcia Purceli e a cosmetóloga e engenheira química Sônia Corazza no Bem Estar desta terça-feira (4).
As especialistas falaram também sobre a camomila, uma das primeiras ervas a serem usadas para fins medicinais, que está presente em loções tônicas, hidratantes, pomada para assaduras, shampoos e produtos pós-barba. Ela tem ação anti-inflamatória e ajuda a acalmar a pele e aliviar a vermelhidão depois de se depilar ou fazer a barba, por exemplo. Ela pode ser usada também em caso de queimadura, como lembrou a cosmetóloga Sônia Corazza. Para isso, a dica é fazer um chá gelado e colocar compressas na pele irritada.
Essa vermelhidão que aparece após a depilação é muito comum e, segundo a dermatologista Márcia Purceli, ela acontece por causa de uma dermatite de contato irritativa, que desencadeia um processo inflamatório.
Para quem faz a depilação por conta própria, não só a mulher, como também os homens, é importante tomar alguns cuidados - se não for feita do jeito certo, o pelo pode encravar, a pele pode irritar e a dor pode ser muito maior, como mostrou a reportagem da Daiana Garbin.
Info Bem Estar Depilacao (Foto: Arte/G1)Bem Estar - Infográfico explica como identificar a foliculite (Foto: Arte/G1)
Segundo a professora de depilação do Senac, Vera Regina, para evitar complicações, é preciso primeiro higienizar as mãos e depois aplicar um produto pré-depilatório na região.
Ao puxar a cera, a dica é sempre fazer isso no sentido contrário ao pelo. Depois de depilar, é preciso passar um gel calmante e usar também um protetor solar já que o sol pode manchar a pele, principalmente daquelas pessoas que costumam ficar com uma vermelhidão muito intensa depois da depilação.
Já na hora de fazer a barba, também existem alguns cuidados especiais - antes, é preciso lavar bem o rosto, como alertou a dermatologista Márcia Purceli, para evitar que as bactérias entrem através das fissuras que a lâmina causa. Se isso acontecer, as bactérias podem provocar uma inflamação com pus, característica da foliculite, como mostra o infográfico abaixo. Em alguns casos, é indicado até o uso de antibióticos para tratar esse problema.
Outra dica é fazer a barba durante ou logo após o banho porque o vapor e o calor abrem os poros, deixando os pelos mais macios. Para aliviar a irritação na pele, a dica é optar por produtos pós-barba que tenham azuleno, camomila ou calêndula, que têm ação anti-inflamatória e antisséptica.
No caso da calêndula, substância que vem de uma planta medicinal e está presente em cremes, óleos de massagem, shampoos e sabonetes líquidos, ela não é apenas anti-inflamatória, como também calmante e cicatrizante.
Por isso, ela tem sido usada em um novo medicamento, para ajudar pessoas que têm problemas de cicatrização. O spray de calêndula é um novo remédio que tem animado médicos e pacientes, principalmente aqueles que têm diabetes.
No caso da dona de casa Helena Zezkowski, por exemplo, a doença dificultou a cicatrização e ela sofreu por muito tempo com feridas nos pés. Depois de procurar vários médicos, tomar muitos remédios, ela descobriu o novo tratamento, com o spray, como mostrou a reportagem do Fernando Parracho, de Curitiba, no Paraná. Segundo os especialistas da cidade, os pacientes tratados com o novo medicamento têm mostrado uma evolução significativa - o produto, no entanto, não é vendido em farmácias comuns, apenas em farmácias de manipulação e com receita médica.

sexta-feira, 14 de março de 2014

O que é gengivite? Sinais e sintomas

O que é gengivite?
Gengivite - uma inflamação da gengiva - é o estágio inicial da doença da gengiva e a mais fácil de ser tratada. A causa direta da doença é a placa - uma película viscosa e incolor de bactérias que se forma, de maneira constante, nos dentes e na gengiva.
Se a placa não for removida pela escovação e uso de fio dental diários, ela produz toxinas (ácidos) que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Neste estágio inicial da doença gengival, os danos podem ser revertidos, uma vez que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. Entretanto, se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes.
GengiviteGengivite.
Como sei que tenho gengivite?
Os sintomas clássicos da gengivite incluem gengiva vermelha, inchada e sensível que pode sangrar durante a escovação. Outro sintoma de doença é o recuo ou retração da gengiva, conferindo aos dentes uma aparência alongada. A doença gengival pode formar bolsas entre os dentes e a gengiva, onde se acumulam restos de comida e placa. Algumas pessoas têm mau hálito freqüente ou sentem gosto ruim na boca, mesmo se a doença não estiver em estágio avançado.
Como posso prevenir a gengivite?
Uma boa higiene bucal é essencial. A limpeza profissional também é extremamente importante, pois uma vez que a placa se acumula e endurece (ou torna-se tártaro), apenas o dentista pode removê-la.
Você pode prevenir a gengivite da seguinte maneira:
  • Escovação correta e uso apropriado do fio dental para remover placa e restos de alimentos, e do controle do aparecimento de tártaro;
  • Alimentação correta para garantir nutrição adequada;
  • Evitar cigarros e outras formas de tabaco;
  • Ir ao dentista regularmente.


  • Fonte: Colgate.com.br

    quinta-feira, 13 de março de 2014

    É melhor passar o filtro solar antes de se vestir, alerta dermatologista

    Todo mundo sabe que precisa passar protetor solar, mas será que são todos que sabem o jeito certo de usá-lo? Muita gente diz que usa o filtro, mas mesmo assim fica com partes do corpo queimadas e ardendo no dia seguinte – isso geralmente acontece porque o produto foi usado do jeito errado e não foi aplicado em todo o corpo. Partes como orelhas, nuca, peito dos pés, dorso das mãos e axilas, por exemplo, são frequentemente esquecidas, como explicou a dermatologista Márcia Purceli no Bem Estar desta quarta-feira (26).
    Por isso, a dica principal é passar o filtro antes de se vestir, como recomendou a médica, para que ele seja aplicado de maneira uniforme em todo o corpo. As mulheres, principalmente, ficam com receio de sujar o biquíni e acabam passando de um jeito mais cuidadoso, mas isso pode aumentar o risco de queimaduras de sol perto da roupa. Por isso, aplicar o filtro antes evita que essas áreas de junção fiquem expostas e ardendo no dia seguinte.
    A luz mostrou que o filtro geralmente não é aplicado em áreas como orelhas e nuca ou geralmente não é aplicado de maneira uniforme.Para mostrar com essas áreas do corpo geralmente são esquecidas, a repórter Daiana Garbin e o químico Luiz Fernando Pereira levaram uma câmara escura com luz negra a uma praia para avaliar a maneira que as pessoas aplicam o produto.
    No entanto, existem partes do corpo que o protetor não pode ser passado ou não faz efeito, como olhos, cabelos e lábios, por exemplo. Para essas áreas, porém, existem outras maneiras de proteção físicas que podem ajudar, como bonés e chapéus, óculos escuros e protetores labiais.
    O especialista em roupas com proteção solar, Lyonel Pellegrino, explicou ainda que existem tecidos que protegem mais ou menos contra o sol. Os com fibras sintéticas, por exemplo, como poliéster e poliamida, têm uma trama mais fechada e tendem a proteger mais; já os com fibras naturais, como algodão e linho, protegem menos. Se algum desses tecidos molhar, no entanto, a proteção diminui já que a água faz a trama se abrir, como alertou o especialista.
    Em relação à cor, as escuras costumam ser mais eficientes na proteção – por isso, quem quer ficar com marquinha de biquíni deve escolher um modelo preto, como sugeriu a dermatologista Márcia Purceli, já que as roupas escuras absorvem mais os raios UV.
    Bem Estar - Infográfico mostra como os raios solares atingem a pele (Foto: Arte/G1)

    Por causa disso, um braço fica muito mais bronzeado do que o outro, como mostrou a reportagem da Daiana Garbin
    E na hora de dirigir?

    Todo mundo lembra de usar o protetor em diversas situações, mas nunca na hora de dirigir. É muito comum ver motoristas com os braços para fora do carro, ainda mais nessa época de calor.
    Segundo o dermatologista Gustavo Alonso, pesquisas mostram que as pessoas acabam passando mais tempo no carro do que praticando atividades de lazer, principalmente em cidades grandes. Por isso, a exposição solar nessas situações tem um impacto muito significante na saúde da pele.
    Estudos estrangeiros, inclusive, comprovam a ligação entre o câncer de pele e a exposição ao sol dentro do carro, tanto que nos países em que se dirige do lado esquerdo, como o Brasil, existem mais casos da doença desse lado do corpo.
    Por isso, antes de dirigir, é fundamental passar protetor no rosto, pescoço, braços e mãos. Além disso, existem películas especiais para o vidro do carro que também ajudam na proteção contra a radiação solar, como explicou a especialista em películas Natalia Fino.
    No caso do vendedor ambulante Fernando Carolino, no entanto, a preocupação em se proteger do sol nunca foi a prioridade.
    Após 52 anos dirigindo um caminhão e vendendo frutas e verduras debaixo do sol forte, ele começou a perceber feridas no rosto. Porém, só foi procurar um médico quando começou a ter um sangramento na pele. O vendedor descobriu que estava com câncer de pele e precisava operar, como mostrou a reportagem.

    Fonte: BemEstar

    quarta-feira, 12 de março de 2014

    O que é tratamento de canal?


    O que é tratamento de canal?
    O tratamento do canal da raiz dentária consiste na retirada da polpa do dente, que é um tecido encontrado em sua parte interna. Uma vez que a polpa foi danificada, infeccionada ou morta é removida, o espaço resultante deve ser limpo, preparado e preenchido. Este procedimento veda o canal. Alguns anos atrás, os dentes com polpas infeccionadas ou mortificadas eram extraídos. Hoje em dia, um tratamento de canal salva muitos dentes que de outra forma teriam sido perdidos.
    Os casos mais comuns de polpa infeccionada ou morta são:
    • Dente quebrado;
    • Cárie profunda;
    • Dano ao dente, como um trauma forte, seja ele recente ou mais antigo.
    Estando a polpa infeccionada ou morta, se não for tratada, pode se formar pus na ponta da raiz dentro do osso maxilar, formando um abcesso. O abcesso pode destruir o osso que circunda o dente, causando dor.
    Como é tratado o canal?
    O tratamento de canal é feito em várias etapas, realizadas em várias visitas ao consultório, dependendo do caso. São elas:
    • Primeiramente, é feita uma abertura na da parte posterior de um dente frontal ou na coroa de um dente posterior, molar ou pré-molar.
    • Em seguida a polpa infeccionada é removida (pulpectomia), o espaço pulpar e os canais são esvaziados, alargados e limados, em preparação para o seu preenchimento.
    • Se mais de uma visita for necessária, uma restauração temporária é colocada na abertura da coroa, a fim de proteger o dente no intervalo das visitas.
    • A restauração temporária é removida e a cavidade da polpa e canal são preenchidos permanentemente. Um material em forma de cone (flexível) é inserido em cada um dos canais e geralmente selado em posição com um cimento apropriado. Algumas vezes um pino de plástico ou metal é colocado no canal para se conseguir maior resistência.
    • Na etapa final, uma coroa é geralmente colocada sobre o dente para restaurar seu formato e lhe conferir uma aparência natural. Se o dente estiver fraturado ou muito destruído pode ser necessário colocar um pino cimentado no canal antes da confecção da coroa.
    Qual a durabilidade de um dente restaurado?
    Os dentes restaurados podem durar a vida toda quando tratados adequadamente. Devido ao fato de ainda ser possível o aparecimento de cárie em um dente tratado, uma boa higiene bucal e exames dentários regulares se fazem necessários, a fim de evitar problemas futuros.
    Como não há mais uma polpa viva que mantenha o dente hidratado, os dentes com raiz tratada podem se tornar quebradiços e mais sujeitos à fratura. Este é um importante aspecto a ser levado em conta quando for optar entre uma coroa ou restauração após o tratamento de canal.
    Para se determinar o sucesso ou fracasso do tratamento de canal, o método mais confiável é comparar novas radiografias com aquelas tiradas antes do tratamento. Esta comparação mostrará se o osso continua sendo destruído ou se está sendo regenerado.
    PulpaPulpalPulpa
    Polpa do dente danificada por uma cárie profunda.A polpa é removida e os canais são limpos antes de serem preenchidos.A cavidade é preenchida e selada.

    segunda-feira, 10 de março de 2014

    Radiofrequência: tratamento estético é indicado para rugas, flacidez, gordura localizada e celulite

    O que é radiofrequência

    A radiofrequência aquece a pele e estimula o colágeno
    radiofrequência  foi usada pela primeira vez no século XIX pelo físico francês Jacques-Arsène D'Ansorval e vem sendo utilizada ate hoje nas práticas da dermatologia estética. A radiofrequência tornou-se um padrão de tratamento estético com muitas indicações, devido à sua versatilidade, eficácia e segurança. O conceito básico desta técnica é a geração de calor no tecido subcutâneo, que induz a produção de novas fibras de colágeno e melhora o aspecto da pele. "Para isso, são emitidas correntes de alta frequência, que contam com uma tensão aproximada de 30.000 a 40.000 Volts e com frequência de 1560 a 200 kilohertz", explica a dermatologista Ana Paula Jordão, da clínica Vivid.


    Indicações da radiofrequência

    "Dentre as indicações mais comuns para a radiofrequência, estão: melhora da flacidez da pele, redução de rugas, redução da celulite, tratamento de cicatriz de acne e estrias", explica a dermatologista Elvira Cancio Assumpção, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

    Como é feita a radiofrequência

    Inicialmente a pele deve ser higienizada com água e sabonete ou óleo de limpeza. Em seguida será aplicada vaselina na área a ser tratada caso seja parte do corpo ou gel de condução quando a área de tratamento for facial. Através dos aplicadores posicionados na pele, são realizados disparos de radiofrequência no local tratado. Após se retira o material aplicado e termina a sessão.
    A radiofrequência trata rugas e flacidez da pele
     A técnica não é invasiva e causa efeitos apenas na área de tratamento. O objetivo de cada sessão é elevar a temperatura da pele e do tecido subcutâneo até 39°C a 42°C e mantê-la por um período de 14 minutos. Após o tratamento é retirado o gel ou a vaselina da pele. 
     O transdutor (ponteira) deve ser movimentado o tempo todo a fim de distribuir bem o calor por toda a pele. Durante o tratamento é medida a temperatura da pele diversas vezes para garantir que ela chegue a 40-42 graus Celsius e não ultrapasse esse nível de temperatura. A radiofrequência pode ser realizada em todas as regiões do corpo e face, exceto região da tireoide.
    Atuação na gordura localizada
    O calor profundo, proporcionado pela radiofrequência, atua na célula de gordura, melhorando seu metabolismo, aumentando a oferta e a difusão de nutrientes, diminuíndo o estoque de energia (triglicérides) e contribuindo para a redução de seu volume.
    Atuação na celulite
    A radiofrequência atua na inflamação causada pela celulite no tecido adiposo. Com a melhora da gordura localizada, um dos pilares para a formação da celulite, acontecerá a melhora do aspecto da celulite. Em adição, em técnicas em que o vácuo está associado o método funciona também como uma drenagem linfática, contribuindo para  a redução de toxinas nos tecidos.
    Atuação no colágeno
    O aparelho de radiofrequência aquece o tecido através da corrente elétrica, ocorrendo a produção da temperatura acima do normal, que gera a contração imediata do colágeno e remodelação da fibra de colágeno e elastina já existentes. Após o tratamento observa-se o estímulo dos fibroblastos para produção de novo colágeno.

    Tipos de Radiofrequência

    Radiofrequência Monopolar
    Na radiofrequência monopolar a corrente elétrica é emitida através de um eletrodo aplicado na área de tratamento e retorna ao gerador através de um eletrodo de dimensões maiores localizado à distância, podendo atingir uma profundidade de até 6 milímetros. Um exemplo dessa modalidade é o aparelho Spectra da marca Tonederm, e o Thermage.
    Radiofrequência bipolar
    Na radiofrequência bipolar o eletrodo de saída e o de retorno é a própria ponteira, gerando dessa forma uma efeito mais superficial em relação a RF monopolar (até 2mm de profundidade. Podemos citar como exemplo o modelo o aparelho Accent da marca Alma Lasers.
    Radiofrequência tripolar
    Na radiofrequência tripolar os três eletrodos estão na mesma ponteira. A profundidade da penetração da energia é, aproximadamente, a distância média entre os eletrodos. O aparelho Hertix, da marca KLD, apresenta um cabeçote aplicador nesse modelo e o Apollo tripolar da Pollogen.
    Terapias combinadas
    Atualmente existem equipamentos de radiofrequência que trazem outras tecnologias associadas para potencializar o efeito da radiofrequência como o vácuo, que maximiza a penetração da energia na área tratada, aumenta a circulação local, estimula a drenagem linfática e contribui na redução do volume da célula de gordura.
      Os aparelhos  Velasmooth, Velasmooth 2, Reaction e Freeze,  possuem vácuo com rolamentos associado à radiofrequência. Outros, como Ultra Accent Xl, trazem outros tratamentos associados - no caso, o ultrassom.  
     O Maximus Med da Pollogen tem associado um sistema de ativação muscular (sistema DMA) que estimula o músculo junto com a radiofrequência que atua no colágeno.

    Sessões

    A radiofrequência também age no tratamento da gordura localizada
    Número de sessões necessárias
    São necessárias de três a dez sessões em cada região tratada. O número de sessões dependerá do objetivo a ser alcançado, da alteração apresentada e da resposta individual de cada paciente. Devem ser respeitadas as frequências de uma sessão semanal para o corpo e uma a cada duas ou três semanas para o rosto. Para manutenção do resultado, devem ser realizadas novas sessões de radiofrequência anualmente.
    Tempo de duração de uma sessão de radiofrequência
    Cada sessão dura de 20 a 40 minutos.


    Cuidados antes da radiofrequência

    Não é necessário nenhum cuidado específico antes da radiofrequência.                                                                            

    Cuidados após a radiofrequência

    Aspecto da pele
    Logo após a radiofrequência, a pele ficará com uma leve vermelhidão e inchaço suave a médio. Pode ainda haver urticária - caracterizada por vergões vermelhos e salientes na superfície da pele que geralmente provocam coceira - e marcas arroxeadas na pele. Pode ainda acontecer alergia à substância utilizada (o gel ou a vaselina). Todos esses efeitos colaterais são transitórios
    Proteção solar
    protetor solar é recomendado todos os dias, mas deve ser aplicado depois de pelo menos uma hora da realização do procedimento.
    Cosméticos 
    O uso de cosmético e maquiagem está liberado uma hora após o procedimento.                                                                  
    Contraindicações
    Qualquer doença de pele na área tratada, uso de marca-passo, desfibrilador, ou qualquer implante eletrônico contraindica o tratamento com radiofrequência. Coagulopatias, sangramento excessivo ou hematomas, histórico de trombose profunda e uso de medicamentos como anticoagulantes e corticoides de modo contínuo e uso de isotretinoína nos últimos seis meses também impedem o método. Pessoas com tumores malignos ativos ou recentes, doenças da tireoide descontrolada, qualquer histórico de doenças estimuladas pelo calor, como a herpes, no local a ser tratado, desordem endócrina, como diabetes;e HIV também não podem passar por sessões de radiofrequência. 
    O tratamento com radiofrequência não deve ser feito em regiões com implantes sintéticos, sobre tatuagens ou maquiagem definitiva. Após aplicação de botox, é necessário aguardar pelo menos quatro dias para fazer a radiofrequência, após preenchimentos e peeling químicos deve-se aguardar duas semanas. Após peeling profundo e procedimentos com laser é necessário esperar um mês.

    Grávida pode fazer?

    Gestantes não podem fazer o tratamento com radiofrequência.                                                                                            

    Possíveis complicações/riscos da radiofrequência

     O risco da aplicação de radiofrequência está relacionado a queimaduras geradas pelo calor emanado pelo aparelho. Para evitar a complicação, é necessário que o aparelho esteja bem calibrado e a técnica seja realizada da maneira correta.   

    Resultados

    Os resultados são rápidos e progressivos e começam a aparecer a partir da terceira sessão, dependendo de vários fatores, como idade, local de aplicação, grau de flacidez, número de sessões e manutenção dos resultados obtidos.


    Fontes

    Dermatologista Ana Paula Jordão (CRM: 134367), da Clínica Vivid.

    Dermatologista Elvira Cancio Assumpção (CRM: 138220), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. 

    sexta-feira, 7 de março de 2014

    O que é restauração?

    O que é Restauração?
    A restauração é uma forma de fazer com que o dente afetado pela cárie volte à sua forma e sua função normal. Quando o dentista faz uma restauração, ele primeiro remove a parte do dente que esta deteriorada, limpa a área atingida e então preenche a cavidade limpa com um material de restauração.
    Ao fechar os espaços onde as bactérias podem se infiltrar, a restauração também ajuda a prevenir uma deterioração posterior. Os materiais utilizados para as restaurações podem ser ouro, porcelana, uma resina composta (restauração da cor do dente) e amálgama (uma liga de mercúrio, prata, cobre, estanho e algumas vezes zinco).
    Qual o melhor tipo de restauração?
    Não existe um único tipo ideal para todas as pessoas. O que é melhor para cada um será determinado pela extensão do preparo, a possível alergia a certos materiais, o local da boca que precisa ser restaurado e o custo. Algumas considerações a respeito de cada material:
    • Restaurações de Ouro são feitas sob encomenda em um laboratório de prótese e cimentadas no dente em questão. As incrustações de ouro são bem aceitas pelos tecidos gengivais e podem durar mais de 20 anos. Por esta razão, muitos autores consideram o ouro o melhor material de restauração. No entanto, é geralmente a opção mais cara e requer múltiplas visitas ao dentista.
    • Restaurações de amálgama (prata) são resistentes e relativamente baratas. Entretanto, devido à sua cor escura, são mais aparentes que a porcelana ou o composto de resina, e não são utilizadas em áreas muito visíveis, como os dentes anteriores.
    • Resinas compostas (plástico) combinam com a cor dos seus dentes e, portanto, são utilizadas quando se deseja uma aparência mais natural. Os ingredientes são misturados e colocados diretamente na cavidade, onde endurecem. As resinas compostas não são o material ideal para grandes restaurações, pois podem lascar ou se desgastar com o tempo. Também podem manchar com pigmentos como o café, chá ou tabaco, e não duram tanto quanto outros tipos de restaurações - em geral de três a 10 anos.
    • Restaurações de porcelana são chamadas de incrustações ou facetas. São feitas sob medida por um laboratório de prótese e, em seguida, cimentadas no dente. Podem combinar com a cor do dente e resistir à manchas. A restauração de porcelana geralmente cobre a maior parte do dente. Seu custo é similar ao do ouro.
    Se a cárie ou fratura tiver danificado grande parte do dente, pode-se recomendar uma coroa ou um outro tipo de recobrimento. A cárie que atingiu o nervo ou polpa pode ser tratada de duas formas: através do tratamento de canal (em que o nervo danificado é removido) ou através de um procedimento chamado capeamento pulpar, que é o recobrimento da polpa, e tenta manter o nervo vivo.
    O que acontece quando se faz uma restauração?
    Quando seu dentista decide restaurar um dente cariado, ele primeiramente remove a parte deteriorada e limpa a área atingida. Depois de limpa a cavidade, a restauração é feita com um dos materiais descritos acima.
    Como saber se preciso de uma restauração?
    Apenas seu dentista poderá determinar se você tem uma cárie que precisa ser tratada. Durante uma avaliação, seu dentista utilizará um pequeno espelho para examinar as superfícies de cada dente. Qualquer aspecto que pareça anormal será, então, minuciosamente examinado com instrumentos especiais. Seu dentista poderá também fazer uma tomada radiográfica completa da boca ou apenas parte dela. O tipo de tratamento que seu dentista irá escolher depende da extensão do dano causado pela cárie.
    Silver
    Amálgama prateado
    Gold
    Restauração de ouro
    White
    Restauração branca
    (resina composta)

    Fonte: Colgate