sexta-feira, 4 de abril de 2014

Emergências dentárias - O que você deve fazer?

Dor de Dente
  • Faça bochechos vigorosos com água morna.
  • Use fio dental para remover quaisquer alimentos presos entre os dentes. Se houver inchaço, coloque uma compressa fria no lado de fora da bochecha. Não utilize nada quente ou coloque medicamentos no dente ou gengiva dolorida.
  • Vá ao dentista o mais rápido possível.

Objetos presos entre os dentes
  • Tente remover o objeto com fio dental. Guie o fio dental cuidadosamente para evitar machucar a gengiva.
  • Se você não puder remover o objeto, procure um dentista.
  • Não tente retirar o objeto com um instrumento afiado ou pontiagudo.

Perda de dentes devido a traumas
Dentes de Leite. Leve a criança e o dente imediatamente a um dentista.
  • Coloque o dente em um recipiente com leite, água salgada ou com saliva da criança.
  • Se estes não estiverem disponíveis, use água.
Se você não puder ir a um dentista imediatamente,
  • Enxágüe levemente o dente em água morna. Não toque na raiz.
  • Para dente de leite: Não tente colocar um dente de leite de volta na cavidade. Coloque em leite frio ou em água e leve-o com você quando for ao dentista.
  • Para dente permanente: Com cuidado, insira o dente novamente de volta em seu lugar.
  • Vá ao seu dentista, se possível, nos próximos 30 minutos.

Quebra de dentes
  • Suavemente retire a sujeira ou os fragmentos de dentes da área ferida e limpe com água morna.
  • Coloque compressa fria na face, no local do dente ferido, para minimizar o inchaço.
  • Procure imediatamente um dentista.
  • Aplique pressão diretamente na área da hemorragia utilizando um pano limpo.

Mordida na língua ou na bochecha
  • Aplique pressão diretamente na área da hemorragia utilizando um pano limpo.
  • Se houver inchaço, aplique compressas frias.
  • Se o sangramento continuar, procure um pronto socorro.

Comer 7 porções diárias de vegetais e frutas reduz mortalidade, diz estudo


Legumes e verduras (Foto: Reprodução/TV Globo)Consumir ao menos 7 porções de vegetais e frutas
reduz mortalidade (Foto: Reprodução/TV Globo)
Consumir a partir de sete porções diárias de vegetais e frutas reduz o risco de morte. A conclusão é de um estudo britânico conduzido pelo Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College London que levou em conta dados sobre o estilo de vida de 65 mil adultos com mais de 35 anos.
Os dados foram coletados a partir das pesquisas anuais sobre a saúde nacional realizadas no Reino Unido entre 2001 e 2008. Os dados de mortalidade dos participantes foram acompanhados durante, em média, 7 anos e meio.
Os resultados mostram que o consumo de ao menos sete porções de frutas e vegetais foi associado com uma diminuição de 42% no risco de morte por todas as causas, de 25% no risco de morte por câncer e de 31% no risco de morte por doenças cardiovasculares.
A pesquisa foi publicada na revista científica "Journal of Epidemiology and Community Health" nesta terça-feira (1º).
No Reino Unido, onde a pesquisa foi conduzida, uma campanha oficial recomenda o consumo de ao menos cinco porções de frutas ou vegetais por dia. Esses parâmetros partem das diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomendam o consumo de ao menos 400 gramas desse tipo de alimento diariamente. Os autores sugerem que, a partir dessas conclusões, talvez seja o caso de elevar o número de porções recomendadas.
O estudo ainda conclui que os vegetais têm um caráter protetor ainda maior do que as frutas. Se o consumo de duas a três porções diárias de vegetais determinou uma redução de 19% nos riscos de morte, o consumo da mesma quantidade de frutas foi capaz de reduzir em apenas 10% esse risco.
A pesquisa pondera que a relação entre o consumo de frutas e vegetais e a redução do risco de morte não é necessariamente causal. "Há variáveis adicionais que não foram incluídas nas análises, como outros aspectos da dieta", diz a análise. O consumo total de calorias diárias, de gordura e de sal, por exemplo, não foram levados em conta.

Fonte: BemEstar.com.br

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Má higiene e mordida errada podem elevar risco de perda óssea na boca

Quem não quer ter um sorriso bonito durante toda a vida? No entanto, isso não é tão simples assim. Para manter os dentes e a boca saudáveis ao longo dos anos, é preciso se preocupar com os hábitos de higiene bucal e também com a posição da mordida, como alertou a dentista Ana Paula Uzun no Bem Estar desta quarta-feira (6).
Quem não cuida bem da saúde da boca e dos dentes pode acelerar o processo de perda óssea, um dos maiores inimigos do sorriso bonito. De acordo com o dentista Gustavo Bastos, é normal que, com o passar dos anos, o paciente comece a ter menos osso suportando seus dentes, mas é possível retardar e diminuir essa perda.
No caso da aposentada Virgínia Missura, por exemplo, de 65 anos, a falta de cuidados com a boca foi a responsável pela perda de alguns dentes e também por infecções na gengiva e cáries, como mostrou a reportagem.
No entanto, a perda dos dentes não é a única consequência da perda óssea - como explicou o dentista Gustavo Bastos, sangramentos e infecções na gengiva, por exemplo, também podem levar a essa perda. Porém, todos esses problemas podem ser evitados com bons hábitos de higiene e limpeza - segundo o especialista, quem cuida bem dos dentes e da gengiva pode chegar aos 80 anos de idade com os dentes e ossos saudáveis.
Já quem tem osteoporose, que é o desgaste dos ossos, não necessariamente tem problemas nos maxilares - isso porque a doença está mais relacionada à falta de atividade física e como os músculos da face são muito movimentados ao longo dos anos, são menos atingidos. Por isso, pessoas que têm osteoporose podem  realizar tratamentos dentários, mas sempre informando ao dentista os medicamentos que toma e o tratamento.
Pasta de dente (Foto: Arte/G1)
Segundo o ginecologista José Bento, para evitar a osteoporose, é preciso manter os ossos saudáveis com a ingestão de cálcio e vitamina D e atividade física.
A ausência desses três fatores pode levar à osteopenia, que é o começo do processo de perda de massa óssea, e depois à osteoporose, mais comum nas mulheres, especialmente depois da menopausa. Isso acontece porque, nessa fase, ocorre uma diminuição do estrógeno, que ajuda a proteger os ossos - por isso, é importante procurar um ginecologista para avaliar se é necessário começar uma reposição hormonal.
Já as grávidas também devem se preocupar com a saúde dos dentes, como mostrou a reportagem da série 'Enquanto espero' com o ginecologista José Bento.
Segundo o médico, as alterações hormonais durante a gestação causam modificações no organismo, principalmente na gengiva, que fica maior e mais vascularizada. Essa condição pode causar a gengivite gravídida, que pode até levar ao trabalho de parto prematuro. Por isso, é muito importante que a paciente mantenha a higiene bucal durante a gravidez e vá ao dentista, pelo menos uma vez, durante os 9 meses.
Dente de leite
Os dentes de leite começam a ser formados quando o bebê ainda está na barriga da mãe, mas só aparecem quando ele completa aproximadamente 6 meses de vida. Com 2 anos e meio, a maioria das crianças já está com os 20 dentes de leite na boca. Nesse período, os dentes permanentes já começam a se formam e, aos 6 anos de idade, os de leite começam a cair e os permanentes aparecem.
Quando os dentes de leite começam a ficar moles, é preciso, no entanto, que eles sejam escovados.
Depois de caírem, o ideal é que em até 6 meses os permanentes apareçam - se demorar mais do que isso, é preciso procurar um dentista para avaliar se há algum problema, como mostrou o dentista Gustavo Bastos na reportagem da Marina Araújo.

Estresse pode aumentar oleosidade e desencadear problemas na pele

Cuidar da saúde e da beleza muitas vezes não é uma tarefa fácil com a correria e o estresse do dia a dia. Muita gente acredita, inclusive, que esse estresse pode afetar a pele e deixá-la mais oleosa ou ainda com mais cravos e espinhas.
No Bem Estar desta quinta-feira (3), a dermatologista Márcia Purceli explicou que isso pode realmente acontecer já que há um aumento do hormônio do estresse, o cortisol, e dos radicais livres, que prejudicam a pele e o couro cabeludo.
Além de causar problemas na pele, o estresse pode ainda piorar ou desencadear eventuais problemas que a pessoa já tenha, como a caspa, por exemplo.
Outra dificuldade do dia a dia é em relação aos produtos no mercado - são tantas opções que nem sempre é fácil escolher a adequada para cada caso. Segundo a cosmetóloga Sônia Corazza, usar o produto não indicado para o tipo de pele pode também ser prejudicial e até causar um processo irritativo.
Por isso, é fundamental identificar o tipo de pele, que pode ser normal, seca, oleosa ou mista. Para saber, a dica é lavar o rosto e, duas horas depois, pegar um lenço de papel, pressionar na pele com delicadeza e depois checar os pontos de oleosidade que ficaram registrados no papel.
De maneira geral, todas devem ser bem hidratadas, mas o tipo de hidratante muda - no caso da pele normal, por exemplo, o ideal é usar um produto em emulsão ou leite, que tenha base fluida; já a pele seca precisa de um produto à base de creme ou manteiga; por fim, a pele oleosa exige um hidratante em gel ou sem óleo.
A cosmetóloga Sônia Corazza falou também sobre as diferenças entre os tipos de sabonete, que podem ser comuns, líquidos, glicerinados ou com hidratante.
Todos têm PH diferentes e no caso do sabonete em barra ou líquido, esse último é muito menos agressivo para a pele.
Como lavar o cabelo?
Você sabe de quanto em quanto tempo deve lavar o cabelo? E qual a quantidade certa de shampoo? A repórter Natália Ariede foi até um salão de beleza para conferir o jeito certo de lavar os fios.
Primeiro, é fundamental saber que é melhor esfregar a cabeça com as pontas dos dedos e nunca com as unhas, que podem ferir o couro cabeludo.
Outra dica é repetir o shampoo, no mínimo, duas vezes em cada lavagem, como mostrou a reportagem. Por fim, a dermatologista Márcia Purceli alertou que, de maneira geral, é preciso lavar os fios todos os dias ou pelo menos uma vez a cada dois dias.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Níquel é um metal que causa alergia e pode estar presente em bijuterias

Você já ouviu alguém falar que não pode usar bijuteria porque tem alergia? Há quem acredite ainda que não pode colocar nem uma corrente de ouro que já pode sofrer alguma reação. No Bem Estar desta segunda-feira (24), a dermatologista Márcia Purceli e a alergista Ariana Yang explicaram que o ouro não é o causador do problema, mas sim o níquel, um metal que pode estar presente em bijuterias, óculos, relógios, botão de calças e até misturado no ouro.
Segundo a alergista Ariana Yang, a alergia a níquel é uma das mais comuns, principalmente nas mulheres. Quem tem esse problema, no entanto, não deve insistir em usar acessórios que dão reações, como alertou a dermatologista Márcia Purceli, porque além da coceira, eles podem até criar processos inflamatórios.
Outra reação que os acessórios podem causar é o escurecimento – o telespectador Pablo, do Rio Grande do Sul, enviou um vídeo ao programa querendo saber por que sua pele fica escura bem no local onde passa a corrente de prata. Segundo a dermatologista Márcia Purceli, pode ter ocorrido uma pigmentação causada pela oxidação da prata, que levou ao escurecimento da pele do Pablo, mas isso não é necessariamente uma alergia.
Essa oxidação acontece por causa da reação do enxofre com a prata – o enxofre pode vir da poluição ou do suor e, em contato com a prata, causa essa reação, como explicou o químico Luís Fernando Pereira na reportagem da Renata Cafardo.
Segundo o especialista, quando ocorre esse processo, a prata perde elétrons. Para devolver esses elétrons, uma das melhores opções é o alumínio. Baseado nisso, existe uma dica para evitar o escurecimento e limpar os acessórios – é só fazer uma mistura de bicarbonato de sódio e sal de cozinha, diluída em água, embalar os objetos em papel alumínio e colocá-los em uma vasilha também de alumínio. A água deve estar morna, de acordo com o químico. Após meia hora, mais ou menos, a prata já parece nova, como mostrou a reportagem.
De acordo com a alergista Ariana Yang, fora o níquel, existem outras substâncias que também costumam provocar reações, como o leite e o camarão, por exemplo. A médica explicou que a alergia acontece por causa da genética e também por fatores ambientais da vida do paciente. A diferença é que, para alguns, as reações podem ser mais leves ou mais graves.
No caso da Fernanda, por exemplo, mostrada na reportagem da Carla Suzanne, de Sergipe, as reações alérgicas por causa da maquiagem começaram a aparecer quando ela estava no segundo dia de trabalho em uma loja.
Iniciou com uma coceira que deixava os olhos inchados e vermelhos e passou para os lábios, que ficavam muito ressecados. Ela tentou trocar a marca dos produtos, mas não adiantou e ela precisou diminuir o uso, por recomendação médica. Desde então, ela passou a usar apenas produtos hipoalergênicos de forma moderada e teve também que parar de usar esmaltes, que também causavam alergia.
De acordo com a dermatologista Márcia Purceli, cosméticos e esmaltes costumam levar a uma dermatite de contato, que pode gerar alterações na pele, como inchaço e eczema. Nesse caso, a reação só acontece onde o alérgeno encosta e geralmente começa com uma coceira, depois vermelhidão, podendo deixar a pele áspera, inchada e descamada. O grau máximo de alergia, nessa situação, é a formação de bolhas. Dependendo do nível, o paciente pode usar compressa de água fria, medicamento ou precisar ir até a um pronto-socorro.
Para confirmar esses tipos de alergias, o paciente pode fazer um teste no consultório, em que são colocados adesivos na pele com supostos alérgenos pelo período de 48 horas. Depois, ele retorna ao médico para verificar se houve alguma reação, como explicou a alergista Ariana Yang. Se o paciente for alérgico à penicilina, por exemplo, é importante que ele coloque uma etiqueta na sua identidade com essa informação para caso seja levado desacordado para uma emergência hospitalar, os médicos saberão que não podem usar essa substância (clique aqui e veja como imprimir a etiqueta). 
De maneira geral, as médicas alertam que a maioria das alergias não têm tratamento e, a partir do momento que o paciente descobre o problema, é preciso evitar o contato com a substância causadora.
Em caso de reação na pele, é bom colocar uma compressa com gelo ou alguma pomada indicada pelo médico.
Por que o antialérgico dá sono?
Quando há uma reação alérgica, o corpo libera histamina, substância que combate algo que o organismo considera estranho ou nocivo. As células têm receptores que recebem a histamina e avisam que há algo errado por meio das reações, que podem ser placas vermelhas na pele ou coceira, por exemplo.
Quando o antialérgico é tomado, ele bloqueia esses receptores de histamina, impedindo que as reações aconteçam. O problema é que o medicamento também chega ao cérebro, que também tem receptores de histamina, mas não produz histamina. Ou seja, quando esses receptores são fechados, o paciente pode sentir sono. No entanto, são apenas alguns antialérgicos que dão sono, como alertou a dermatologista Márcia Purceli.

Fonte: BemEstar

terça-feira, 1 de abril de 2014

Entenda as causas e tratamentos de desgastes e espaço entre os dentes

Tem gente que acha que ter os dentes separados é um charme a mais no sorriso; mas, por outro lado, existem aqueles que não gostam e acham feio. No Bem Estar desta terça-feira (18), o ortodontista e presidente do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo Claudio Miyake e a reabilitadora oral Ana Paula Uzun explicaram que mais do que um problema estético, o espaço entre os dentes pode ser também um problema de saúde.
De acordo com os especialistas, muitos casos podem ser apenas estéticos no começo, mas depois passam a afetar a funcionalidade da boca.
O diastema, que é a falta de espaço entre os dentes, é comum quando a criança tem só dentes de leite, mais ou menos entre os 5 e 7 anos de idade, e também quando esses dentes provisórios começam a dividir espaço com os primeiros permanentes, fase que dura até os 9 ou 10 anos. A partir dessa fase, se o paciente continuar com diastema, não é mais comum e é preciso tratar.
Se o diastema for nos dois dentes da frente, geralmente não há problemas para a saúde bucal e o tratamento pode ser feito com aparelho ortodôntico, resina ou cerâmica. Porém, se o espaço for nos dentes de trás, que têm a função de mastigação, o problema deixa de ser estético e a saúde bucal pode ser afetada.
Segundo o ortodontista André Tortamano, o risco de problemas é alto nesse caso porque os alimentos ficam parados entre os dentes e, se ficarem muito tempo perto da gengiva, podem causar dor e levar a uma inflamação. Se essa inflamação persistir, pode ocorrer ainda uma perda óssea, perda de sustentação e queda dos dentes. Por isso, seja no caso de ter um espaço ou não, é fundamental manter uma boa higienização dos dentes e usar o fio dental.
No caso do professor de música Wesley Penteado, o sorriso com diastema nunca foi um grande incômodo. Mas depois de fazer uma consulta com a dentista, ele aceitou a sugestão de começar um tratamento com aparelho ortodôntico e resina. Depois de juntar os dentes, ele parou de ter desconfortos na hora de comer e começou até a sorrir nas fotos, como mostrou a reportagem da Natália Ariede (veja no vídeo acima).
Segundo a reabilitadora oral Ana Paula Uzun, quem tem dente separado deve caprichar ainda mais na higienização, usando principalmente o fio dental, mesmo que a gengiva sangre.
Outro problema que também pode afetar a saúde bucal é o desgaste – para mostrar como estão os dentes das pessoas, a repórter Natália Ariede levou um espelho para a rua e convidou também a especialista Ana Paula Uzun.
Segundo a dentista, apertar os dentes pode gerar um desgaste e até perda óssea, já que é feito um movimento que eles não estão preparados para suportar.

A reabilitadora oral explica que o desgaste pode estar ligado a diversos fatores, não apenas à má posição do dente. Por isso, é fundamental fazer uma série de exames para avaliar se há algum problema nos ossos, nos dentes e também na respiração. 
Quem tem bruxismo e range os dentes durante a noite também pode sofrer com esse problema e, para evitar o desgaste, a dica é usar placas na hora de dormir, como fez o corretor de seguros Felipe Rufino, de 26 anos, mostrado na reportagem da Renata Cafardo.
Nesse último caso, os dentes para a frente podem ser a causa, ou seja, colocá-los no lugar pode melhorar a respiração. Geralmente, esses problemas são tratados em conjunto com o dentista, o otorrinolaringologista e a fonoaudióloga.
Dentes projetados para frente podem ainda causar ou ser consequência de problemas funcionais, como disfunções na ATM, má formação da arcada dentária, deglutição atípica ou dor de cabeça.
Pode acontecer ainda de os dentes inferiores começarem a subir já que não encontram os superiores – com o tempo, isso pode piorar, deixando a mordida muito profunda e levando à perda dos dentes.
Arte Aparelho Dentário Bem Estar (Foto: Arte/G1)

segunda-feira, 31 de março de 2014

O que é ATM?

O que é ATM?
É a articulação temporomandibular, uma articulação que liga o maxilar ao crânio. A DATM é a disfunção da articulação temporo mandibular que pode, por exemplo, não estar funcionando adequadamente. Essa articulação é uma das mais complexas do corpo humano, responsável por mover a mandíbula para frente, para trás e para os lados. Qualquer problema que impeça a função ou o adequado funcionamento deste complexo sistema de músculos, de ligamentos, de discos e de ossos é chamado de D-ATM. Geralmente, a D-ATM dá a sensação ao indivíduo acometido de que sua mandíbula está saltando para fora, fazendo um estalo e até travando por um instante. A causa exata desta disfunção, em geral, é impossível de ser identificada.
Quais os sintomas da D-ATM?
Disfunções de ATM apresentam muitos sinais e sintomas. É difícil saber com certeza se você tem D-ATM, porque um destes sintomas ou todos eles podem também estar presentes em outros problemas. Seu dentista poderá ajudá-lo a fazer um diagnóstico preciso, através de uma história médica e dentária completa, um exame clínico e de radiografias adequadas.
Alguns dos sintomas mais comuns de D-ATM são:
  • Dores de cabeça (freqüentemente parecidas com enxaquecas), dores de ouvido, dor e pressão atrás dos olhos;
  • Um "clique" ou sensação de desencaixe ao abrir ou fechar a boca;
  • Dor ao bocejar, ao abrir muito a boca ou ao mastigar;
  • Mandíbulas que "ficam presas", travam ou saem do lugar;
  • Flacidez dos músculos da mandíbula;
  • Uma brusca mudança no modo em que os dentes superiores e inferiores se encaixam.
Como tratar a D-ATM?
Embora não exista uma cura para a D-ATM, existem diversos tratamentos que você pode seguir para diminuir consideravelmente os sintomas. Seu dentista pode recomendar um ou mais dos seguintes tratamentos:
  • Tentar eliminar a dor e o espasmo muscular através da aplicação de calor úmido ou através de medicamentos como relaxante muscular, aspirina ou outros analgésicos comuns, ou ainda antiinflamatórios;
  • Reduzir os efeitos prejudiciais de travamento ou rangido, por meio de um aparelho, algumas vezes chamado de placa de mordida ou "splint". Este aparelho, feito sob medida para sua boca, se encaixa nos dentes superiores e ao deslizar sobre os dentes inferiores impede estes dentes inferiores de ranger contra os dentes superiores;
  • Aprender técnicas de relaxamento para ajudar a controlar a tensão muscular na mandíbula. Seu dentista pode sugerir que você procure condicionamento e aconselhamento para ajudar a evitar o estresse;
  • Quando partes da mandíbula são afetadas e os tratamentos não surtiram efeito, uma cirurgia na articulação poderá ser recomendada.
O que é ATM
D-ATM ocorre quando a complexa articulação que movimenta sua mandíbula não funciona bem.